Credo

E já que voltamos à ativa, um poema de D. H. Lawrence que evoca o estado primordial das coisas, de onde viemos e de onde, em verdade, nunca saímos… 

Isto é o que eu acredito:
Que Eu sou eu.
Que a minha alma é uma floresta escura.
Que meu eu conhecido nunca será mais
que uma pequena clareira nessa floresta.
Que deuses, estranhos deuses, emergem da floresta
para a clareira do meu eu conhecido, e então retornam.
Que eu devo ter a coragem de deixá-los ir e vir.
Que eu nunca deixarei a Humanidade impor nada sobre mim,
mas que eu sempre tentarei reconhecer e me submeter aos deuses em mim
e aos deuses em outros homens e mulheres.
Aqui está meu credo.

(traduzido por Ricardo Silva (Endovelicon) em 05 de Janeiro de 2016)

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