Uma Oração Druídica do Século VIII para Estes Tempos Atribulados

Philip Shallcrass, Druida da British Druid Order, publicou recentemente uma antiga oração irlandesa para proteção contra infortúnios e morte prematura, que foi criada no século VIII mas registrada seis séculos depois no legendário Livro de Ballymote, e eu a transcrevo aqui: Continue lendo »

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Os Gigantes nas Colinas

A página Maps of the Lost é um tesouro de textos curtos, contos enigmáticos e lendas escritas ontem mas ainda assim antiquíssimas, e aqui eu deixo uma amostra para animar quem queira ver o original: Continue lendo »

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A Canção do Errante Aengus

Amanhã é o dia de São Patrício, informalmente o Dia da Irlanda, e nada melhor que um de seus imortais fíli (pois ele era poeta & mago, como seus ilustres antecessores), o grande William Butler Yeats, para contar da busca de Aengus por seu amor. Continue lendo »

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(Sem Título)

Caffeine and Magix é uma jovem escritora cujo Tumblr está cheio de coisas interessantes, e este texto em particular me interessou como um exemplo clássico da complexidade do relacionamento entre seres humanos e a Boa Gente — maravilhem-se 😉  Continue lendo »

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O Deus Lugh Observa a Batalha de Kinsale

Este poema de Thomas Kinsella (que também fez uma das melhores traduções do Táin Bó Cúailnge) é curto, austero, mas essa simplicidade enganadora esconde material para discussões de horas sobre a teologia pagã…

 

O DEUS LUGH OBSERVA A BATALHA DE KINSALE

Não tive parte alguma nestes excessos,

Mas sei que de algum modo estive envolvido em suas cabeças.

Graças ao Homem por Sua verdadeira carne.

Ela Me dá substância ocasional.

 

(escrito por Thomas Kinsella, traduzido por Ricardo Silva (Endovelicon) em 18 de Maio de 2016; proibida a reprodução para fins comerciais)

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Às Vezes um Deus Selvagem

Encontrei este poema de Tom Hirons na comunidade DRUID do Facebook, e no dia seguinte Philip Carr-Gomm, da OBOD, o repostou em seu blog — não pude resistir e o traduzi, porque o sentimento que ele expressa é um que muita gente está sentindo ou ainda irá sentir, quando a Natureza e Aqueles que a habitam batem à porta e demandam a atenção que lhes foi negada.

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Credo

E já que voltamos à ativa, um poema de D. H. Lawrence que evoca o estado primordial das coisas, de onde viemos e de onde, em verdade, nunca saímos…  Continue lendo »

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